LM2 - Publico Blog

Gestão Compartilhada caminhando para padrão ITIL

Agora, o link http://3layer.com.br/gestao centraliza tudo sobre este servico.

Para usuarios nao logados, informacoes basicas sobre o servico e formas de nos contatar. Isso eh publico.

Para clientes logados, conforme o perfil de cada um, aparecem os links para acessar o portal do projeto, ou mesmo abrir chamados onlinee ver resumos financeiros atualizados, idem online.

Ao rodape da pagina, a versao corrente do SLA padrao da Unidade de Desenvolvimento.

Para Junho, estamos trabalhando para colocar os Casos de Sucesso e depoimentos de clientes.

Tambem em Junho esperamos estar operando 100% com o sistema de tarifcacao automatico (o famoso Billing, que vai nos tirar a carga mensal dos calculos monterios no final do mes) e tambem workflows customizados para cada tipo de pedido do cliente (incidente, tarefa, reuniao, pertunta, etc), o que vai permitir ao cliente dar sua avaliacao e "OK" para cada atendimetno realizado, tudo online.

Tudo isso eh suportado pela plataforma Atlassian com os produtos Jira e Confluence integrados pela nossa equipe.

Otimas noticias sobre o licenciamento dos produtos Atlassian e as propostas comerciais da LM2 Consulting

Separamos aqui duas informacoes uteis para quem tem interesse em produtos Atlassian pela LM2 Consulting.

1. NOVAS OPÇÕES DE LICENCIAMENTO

Em virtude da entrada da plataforma Atlassian Jira 4 no início deste mes, as opções de licenciamento desse software, bem como outros da plataforma, sofreram modificações significativas.

A nova opção de licenciamento é balizada pela quantidade de usuários, e as versões mais básicas do software já incluem todas as funcionalidades das versões superiores.

Isso é um benefício enorme para todos, com ênfase para as equipes de menor porte, que podem reduzir drasticamente o investimento inicial no seu projeto.

A título de exemplificação, o link http://www.atlassian.com/starter/ apresenta um típico caso onde todo uma suíte de gerenciamento de projetos, base de conhecimento colaborativa, versionamento de arquivos e ferramentas de desenvolvimento pode ser adquirida no site da Atlassian a um custo inicial de U$ 60,00 para uma equipe de até 10 pessoas.

Uma solução semelhante, no antigo esquema de licenciamento girava em torno de U$ 16.000,00!

2. PROPOSTAS DA LM2 CONSULTING

Infelizmente, devido as características da tributação brasileira para importação de software, os valores do site da Atlassian sofrem acréscimos para entrada no nosso país.

Consequentemente, o custo inicial de U$ 10,00 é incrementado.

Porém, como a redução é realmente significativa, a LM2 Consulting aguardou este momento para ajuste e envio das propostas comerciais que estavam pendentes nesse período.

A partir da próxima semana, essas novas propostas estarão sendo enviadas com este novo valor.

Caso você tenha recebido alguma proposta nas últimas semanas com o antigo esquema de licenciamento, sinta-se à vontade para questionar nossa equipe comercial pelo email comercial@lm2.com.br e solicitar uma nova proposta.

Workflows mais poderodos com o Suite Utilities do Jira

Que o Jira é muito legal, todos já sabem. O que muitos não tem idéia, é de quão flexível é seu mecanismos de workflow, baseado no OSWorkflow da Open Symphony.

Há alguns dias eu tinha olhado o projeto Jira Suite Utilities lá no Google Code, e gostei do que vi.

Entre as funcionalidades, extensões para o mecanismo de workflow do Jira, incluindo validações e postfunctions. Para o usuário normal do Jira, nada impactante, mas para usuários que esperam automatizar seu backbone de serviços sobre esta ferramenta, este plugin é uma mão na roda.

Aqui na LM2 estamos fazendo isso, e com as crescentes perspectivas de negócio, faz-se necessário explorar esse cara também.

Assim, hoje instalei este plugin no nosso Jira, e nos próximos dias estarei testando suas funções.

Tão logo eu tiver uma perspectiva legal do assunto, eu coloco aqui.

JIRA 4 beta em testes na LM2 Consulting e 3layer.ORG

Ontem a noite, comecamos o processo de instalacao, configuracao, integracao e extensao do novo JIRA 4 na empresa.

É bem verdade que poderíamos esperar o lançamento do produto, esperado para 02 de Setembro, mas precisamos nos antecipar. Temos diversos projetos Open Source e de clientes, inúmeros plugins, integrações diversas entre bases de dados e sistemas e toda uma customização de interface de usuário, campos de tela e workflows. Ufa.

Assim, conforme vai sobrando tempo entre um projeto e outro, estamos trabalhando nessa migração.

A documentação da Atlassian é ótima para fazermos o upgrade do seu produto. Entretanto, como temos plugins de terceiros, o "famoso" Kaamelot (e agora Minyaa) com suas tabelas customizadas e ainda uma base com "fragmentos" de um plugin de uma empresa que não lá aquilo (...), bem, daí somente fazendo com carinho e paciência esse processo.

O bom é que vamos criar expertise no processo, e ter uma base forte para (1) trabalhar na migração final quando a versão 4 (e seus plugins) sair e (2) poder repassar isso para nossos clientes e colaboradores.

Obviamente, aproveito o post para agradecer (sempre) fornecedores como a própria Atlassian, a Yourkit, a Adaptavist, a Minyaa, Apache, JBoss e outras pelas licencas OpenSource e NFR que utilizamos aqui. Afinal, é dando que se recebe, e sempre que possível, indicamos seus excelentes produtos em nossos trabalhos campo agora.

Enquanto o nosso link http://3layer.com.br/jira4 nao fica disponivel, vá tirando o gostinho do novo JIRA na própria Atlassian, em http://jira.atlassian.com/browse.

LM2 Consulting no FISL 2009 em Porto Alegre

Ontem foi o último dia do tradicional Fórum Internacional de Software Livre (FISL) em Porto Alegre.

A LM2 Consulting esteve lá, junto ao estande da vermelhona americana Red Hat. Enquanto nossa equipe comercial auxiliava os transuentes e interessados em eventuais demandas de negócio, nossa equipe técnica estava lá para dar maiores esclarecimentos na parte de produtos e outras informações para a galera tecniquês.

Mas não vou falar de negócios aqui, e sim do evento.

Na verdade, fui somente neste último dia - sábado - o que pode ter me tolhido algumas outras impressões. Então falo do que vi.

Oracle
Primeiro, me espantou o estande da Oracle, que eu não esperava ver ali, quase em frente ao nosso. Estava vazio sim, mas me estranhou o fato porque, justamente, o estande da Sun estava em separado. Ainda não sei quando - ou se - vão unificar tudo em uma empresa só, mas enfim, fiquei pensativo.

Pelas barbas do profeta

Nos corredores, um monte de gente cabeluda e com roupas sobrando. Isso é típico do FISL, mas temos que lembrar que as empresas mais conservadoras podem sentir um "hum" nesse aspecto. Assim, visionários e apostadores a parte, executivos de grandes empresas e órgãos de governo dificilmente compram idéias, conceitos, produtos e serviços de gente por demais "rebelde". Assim, se posso deixar um recado, a mensagem é: O FISL é legal, mas se quisermos ganhar negócios, uma certa reserva ainda é bem vinda no cenário de hoje.

Afficcionados
Sempre tem. E é legal. Entre uns e outros, estandes mostravam equipamentos meio malucos, estilo daqueles de laboratórios de colégio. Robozinhos, placas-mãe (a maioria para apenas decoração), fios e mais fios, luzinhas coloridas e tal. Não vi nada muito útil mas, enfim, a galera se puxa, e eles devem estar sabendo o que fazem - embora não consigam expressar direito o quê.

Maddog
Vi ele logo ao entrar no evento. E deu vontade de tirar uma foto com o cachorro louco. Mas ele sumiu. Depois, quando menos espero, ele passa pelo nosso estande. Dani, Dani, vem cá tirar uma foto pra nós. "Hurry"! foi a única coisa que ele disse. Tiramos a foto, mas o Gustavo não gostou do comportamento "pouco" afável do cara... Por mim tudo bem: imagina se o cara fosse tirar foto com todo mundo no evento ;)

Finalmente
Nossa equipe não teve oportunidade (tempo) para produzir algo para levar para o evento. Gostaria de ter mostrado coisas legais que estamos fazendo na área de Software Livre - tal como o pessoal da Globo.com mostrava uma DSL para testes funcionais - mas acho que teremos que deixar para o próximo ano.

Logo antes de ir, dei uma passadinha na palestra sobre Git e Mercurial, os novos e afamados versionadores P2P. Senti que ainda estão crus para um mercado corporativo, mas quem sabe com mais alum tempo, o Subversion ceda espaço a eles.

Termino o post com um sentimento: Ou o FISL renova, ou ele já era. Preços absurdamente caros para as empresas colocarem estandes, uma visita quase inoportuna do presidente que impactou negativamente em alguns aspectos do evento e um modelo já mastigado e obsoleto. Faço votos que usem algo como o JavaOne ou outros, mas do jeito qe está, o FISL já não é mais o que foi. Sorry.

Labels: fisl
Casamento do comparsa

No último mes, um dos integrantes do nosso time estava implementando um dos mais importantes sacramentos na vida de um cidadão. Nosso colega MarceloMariano, estava diante do altar, e disse um precioso Sim na hora esperada.

Tudo feliz, depois do momento triunfante, a festa.

Abaixo, alguns momentos da empreitada que, como não era tão próxima assim, exigiu alguns km rodados da nossa galera.

Felidades Mariano!

Foruns de Discussao na LM2

Avançando na implementação de recursos que maximezem o compartilhamento de informações, e visando a formação de uma Rede Social de Negócios, a Unidade de Desenvolvimento da LM2 Consulting está com um projeto piloto para uso de Fóruns de Discussão, tanto internos quanto envolvendo clientes.

O novo endereço http://3layer.com.br/forum é o local para isso ocorrer, e já está acessível para todos os envolvidos no projeto piloto.

Saiba mais

A Unidade de Desenvolvimento da LM2 Consulting, que já contava com recursos da Wiki Confluence para documentação de todos os seus projetos, carecia de uma forma ágil não apenas para disseminar informações, mas principalmente ter a capacidade de facilmente localizá-las em momentos oportunos. Para tando, uma solução para gerenciamento de conversações, no típico estilo de um Fórum de Discussão fazia-se necessária.

Objetivando tanto interações internas da equipe, quanto contatos e condução de atividades junto aos clientes, o piloto iniciado hoje é amparado pelo mundialmente reconhecido JForum.

O JForum é um software que conta recursos como categorização de salas de discussão, segurança customizada, ótimo apelo visual, escalabilidade, sistema de votação, indexação de conteúdo pelo excelente Apache Lucene e uma série de outras funcionalidades, imprescindíveis para um controle adequado do ambiente de discussões.

Optando por este tipo de solução, empresa e cliente saem ganhando, pois a informação está sempre disponível em ambiente web seguro, muito diferente de abordagens baseadas na troca de emails, onde a informação facilmente acaba sendo (distorcidamente) duplicada ou pior ainda, parando indevidamente em uma lixeira e de lá para o esquecimento.

Próximos passos

Como integração e automatização são palavras-chave para a equipe de desenvolvimento da LM2, o projeto segue agora para a fase de integração com as outras soluções já em uso, como o Atlassian Jira, Confluence, Google Calendar e Zimbra.

Encerrando projetos no Jira


Depois de passar por suas várias etapas (e quiçá ter alcançado os objetivos iniciais), o projeto deve ser finalizado. E isso exige um processo formal do Gerente de Projetos.

O PMI define esta etapa explicitamente, como abaixo:

Porém, isso é (propositalmente) vago e por isso devemos nos atentar para como nossa empresa trabalha.

Seguindo o modelo 3PUP, o fluxo esperado para encerrar um projeto é mostrado ao lado.

Este fluxo é relativemente simples, e se o projeto foi conduzido adequadamente, o Gerente de Projetos não encontrará dificuldades para contemplá-lo, tendo todos os subsídios para uma execução de sucesso.

Processo Encerrar projeto
Responsavel Gerente de projeto
Interessados Gerente de projeto, Equipe de desenvolvimento, Cliente, Diretoria
  1. Fechar todas tarefas em aberto e, para as não resolvidas, usar a opção "Administrative Finalization", indicando no campo Comentários, a causa, que no caso é encerramento do projeto pelo gerente do projeto;
  2. Realizar as entregas ainda em aberto, usando o (ótimo) plugin GreenHopper para arquivar os pacotes entregues (o que gera históricos dos gráficos Hour/Issue Burndown)
     
  3. Colocar o projeto no esquema de segurança "3PUP Archived Permission Scheme", o que vai inibir quaisquer alterações nesse projeto (criação de novas demandas, configurações, worklogs, etc)

    ;
  4. Criar (no Subversion do projeto) o Relatório de Encerramento de Projeto (ou REP - e acostume-se com estas siglas, pois elas serão cada vez mais usadas), como neste exemplo;
  5. Realizar reunião de encerramento do projeto.
  6. Refinar o REP com as informações da reunião de encerramento (lições aprendidas, erros, acertos, melhorias, etc);
  7. Publicar o REP aos interessados (cliente, equipe de desenvolvedores e patrocinador).
  8. FIM


Mudança de usuário no subclipse

Ola pessoal!

   Hoje me perguntaram como eu mudaria o usuário do subclipse no eclipse. Pois é, como esse problema eu nunca tinha pego, eu não respondi de imediato e fui pesquisar.

   Depois de uns 10 minutos de pesquisa achei a resposta.  

   O subclipse guarda em cache essa informação no Eclipse keyring. Por padrão, este arquivo esta guardado em %ECLIPSE_HOME%/configuration/.keyring. Basta remover este arquivo para o usuário ser removido também. Na próxima vez em que for necessário a senha, como fazer um commit, o eclipse irá abrir uma janela de dialogo para você colocar o novo usuário com a senha.

  Qualquer coisa é so deixar um comentário!

Abraços do Paraucho!

Sopa de Letrinhas Java

Sopa de Letrinhas Java

J2SE(Java 2 Standard Edition):

É a versão básica, destinada ao desenvolvimento da maior
parte das aplicaçòes de desktop e estações de trabalho.
Se você está perdido e não sabe o que pegar no site da SUN,
é este que você está procurando.

J2EE(Java 2 Enterprise Editition):

Versão destinada ao desenvolvimento de aplicaçòes de grande porte,
as quais fazem extenso uso de EJB ( Enterprise Java Beans )
e Servidores de Aplicação, por exemplo.
Outro grande personagem desse pacote são as servlets!
A implementação padrão chama-se J2SDKEE ( Java 2 Software Development Kit Enterprise Edition ).

J2ME(Java 2 Micro Edition):

Destinada ao desenvolvimento de programas para periféricos
móveis ou de pequeno porte, como celulares e relógios.
Essas foram as maiores definições do mundo java. Outras definições que são muito importantes:

JVM (Java Virtual Machine):

É o mecanismo que interpreta os arquivos .class (pré-compilados ),
fazendo o seu programa funcionar em qualquer plataforma!
A JVM pode ser considerado o coração do Java, ela tem este nome pois "simula" um computador.
A JVM pode não apenas interpretar o código,
como as vezes ela compila alguns trechos deste
para acelerar a execução (just in time compiler).

JSDK (Java Software Development Kit), ou simplesmente JDK,

É o ambiente de desenvolvimento Java. Entre outras coisas, inclue:
Java Virtual Machine, compilador, appletviewer par executar applets,
códigos de exemplo e bibliotecas básicas do java.

JRE (Java Runtime Environment):

Indicado para quem precisa apenas executar as aplicações Java,
sendo que o pacote contém somente as bibliotecas necessárias para tal e a virtual machine.
Você não vai conseguir compilar código java apenas com isto!

JCP (Java Community Process):

É uma organização internacional de desenvolvedores e fabricantes
cuja missão é desenvolver e revisar as especificações,
referências e outras implementações relacionadas ao Java.
Para maiores informações, a página oficial é http://www.jcp.org.

JSR (Java Specification Request):

São as propostas de mudanças e novas implementações para o Java.
Em outras palavras, são os "documentos" que definem tal funcionalidade,
ou propoem mudanças em algo existente, por exemplo.

WSDP (Web Services Developers Pack):

Conjunto de APIs e ferramentas para o desenvolvimento de WebServices e servlets em Java.

JSP (Java Server Pages):

Tecnologia baseada em Java para o desenvolvimento de aplicações Web.
É uma linguagem de script parecida com PHP, com a diferença de usar Java
e ser traduzida para puro java no momento da execução.

JDBC (Java DataBase Connectivity):

Especificação que deve ser seguida para oferecer suporte ao acesso a Banco de Dados em Java.

É possível redistribuir comercialmente o JRE,
por outro lado isso não é legalmente possível quando se trata do JDK.
Note que isso não significa que você ou sua empresa
deverão pagar à alguém caso queiram desenvolver programas em Java.
A Sun autoriza qualquer pessoa a fazer o download do pacote de desenvolvimento gratuitamente,
porém não autoriza a redistribuição do mesmo.

Controles de versão distribuídos

OK, o Subversion (ou SVN) é o cara ainda, e junto com o CVS lidera o ranking de repositórios versionados no globo.

Porém, os repositórios versionados distribuídos, como o Git, Bazzar ou Mercurial estão cada vez mais presentes, e seus gritos ecoam cada vez mais longe.

O artigo da InfoQ faz uma abordagem bastante interessante sobre esses caras, e nos permite visualizar como serão as coisas em futuro próximo.

Se a década de 90 pertenceu ao CVS e vivemos agora na onda do SVN, é provável que na década que entra um novo nome deva fazer parte da sopa de letrinhas do nosso dia-a-dia.

Vale a pena os 15 minutos de leitura do artigo acima.

VNC e SSH pra que te quero

Dumping

Esta semana tive que visitar um cliente e fazer o profiling de um sistema que apresentava quedas sucessivas.

Com o ótimo profiler YourKit, fiz um sampling da aplicação e produzi um dump da memória, com cerca de 950MB.

Tentei analisar o arquivo no meu notebook, mas fraquinho e ultrapassado, o meu P25 não deu conta com os seus apenas 2GB de RAM...

Mas, como temos um servidor com 4GB sobrando (hic), resolvi usar ele para fazer esta análise

As Restrições

Porém, como sempre, servidores são bichos complicados para se conectar e por isso, para eu poder acessar ele de casa (sim, varei quase duas madrugadas fazendo a análise do dumping e documentando em outoffice), tive que lançar mão do velho e bom VNC.

O problema é que o servidor em questão estava atrás de outros servidores, e então tive que lançar de artifícios de mais baixo nível.

Tunnel via SSH

Para conseguir o que queria, conectei via SSH (Putty, no Windows) de casa no nosso servidor front-end, (digamos xpto1.empresa.com.br:1234) com um tunnel ativo na minha porta local 7000 apontando para a porta 7000 de um segundo servidor interno na nossa empresa (digamos xpto2:7000).

No comando de conexão, informei para executar um comando para conectar a porta 7000 do servidor xpto2 na porta 5900 do xpto3, que é justamente onde está rodando o meu VNC server, o qual tem a console do YouKit instalada e ainda está com o dumping em processamento neste exato momento...

Lar Doce Lar

Depois do banho em casa, com o café ao lado do P25, conectei na minha porta local 7000 e, passando pela Internet e 2 servidores, abri o profiler e varei a terceira e última madrugada.

Sim, tem coisas que o cliente nem fica sabendo...

1 Comment  |  Labels: vnc, profiler, yourkit
Aptana Studio IDE

Aptana Studio

Aptana é uma IDE gratuita e open-source, desenvolvida em Java para desenvolvimento básico de Ajax, JavaScript, PHP, Rails, XHTML, CSS.
E hoje com o primeiro editor Python, o Pydev. Entre outras utilidades como uma ferramenta especial para desenvolvimento web do IPHONE.
Uma vez que seu ambiente é baseado no Eclipse e desenvolvida em Java quem já desenvolve na IDE mais utilizada para o Java, não terá dificuldades neste ambiente. Pois podemos utilizar o seu plugin para eclipse.

Características

Entre as principais características, estão:

*Multi-plataforma;
*Referências;
*Code Assist;
*Erros e avisos em tempo real.

Multi-plataforma:
Um dos pontos fortes da IDE.
Como descendente do Eclipse, o Aptana já vem "pré-embalado" para Windows, Mac e Linux.
Além disso, se você já usa o Eclipse, baixar o plugin em separado.
Isso traduz a portabilidade durante o desenvolvimento de projetos Web.

Referencias:

O ambiente já vem com as referências completas do XHTML, CSS e JavaScript.

Code Assist:

Este recurso, senão o melhor, está entre os destaques.
Ao desenvolver qualquer código das linguagens citadas,
a IDE exibe os métodos ou propriedades e as suas respectivas compatibilidades com os browsers.

Erros e avisos em tempo real:

Outra funcionalidade bastante útil para quem desenvolve com JavaScript ou CSS, por exemplo.
A IDE exibe, em tempo real, erros/avisos de sintaxe, parâmetros, métodos, etc.

Conheci o Aptana quando estava comecando com Java, na epoca era apenas um bom editor html, JavaScript e CSS, pois principalmente nestes dois ultimos, auxiliava muito por deixar os codigos coloridos, o que ja facilitava no desenvolvimento, mas hoje com sua evolucao, os codigos nao somente estao coloridos como tambem montam identacao perfeita, possue code assist ou auto-complete de codigos, entre uma lista de editores especificos:
*Aptana XML Editor
*Aptana CSS Editor
*Aptana JS Editor
*Aptana Log Viewer
*Aptana Text Editor
*Aptana HTML Editor
**Este ultimo utilizo muito. Entre suas facilidades destaco as abas superiores de edicao html, JavaScript e CSS, que funcionam assim: Se voce esta editando uma pagina em que tem, alem de html, codigos JavaScript, por exemplo, ele identifica o codigo em que o cursor esta e seleciona a aba especifica para que voce possa usar as tags do codigo sem ter que a cada vez que ter que clicar na aba de funcionalidades. E para mim o principal: Nos desenvolvedores sabemos que, ao se desenvolver uma pagina simples devemos nos preocupar se todas as funcionalidades e validacoes irao funcionar em todos os browsers possiveis. O Aptana possue uma opcao de podermos testar se nosso codigo eh suportado ou nao nos principais browsers do mercado, o IE e o FireFox.

Jira travando. É o Java?

Toda vez que reiniciava o Jira no nosso servidor, ao tentar conectar nele meu browser ficava travado, e a página inicial dele não entrava. Estranho, pois o Confluence rodando no mesmo Tomcat, funcionava sem problemas...

Analisando os stacks (ou quase)
Parti para a Internet para ver o que fazer. Pensei logo em dar um jstack para ver o resultado. Mas como eu não manjo muito da ferramenta, ao olhar diversas threads BLOCKED, tive que ir para o branquelo para entender a coisa.

Nas passadas, achei coisas bem legais, como o GCViewer, que permite analisar saídas de log geradas pelo -Xloggc de forma gráfica, o que, convenhamos, é uma mão na roda. Claro, para entender os meandros da coisa, uma lida no Troubleshotting and Diagnostic Guide do Java é essencial, obviamente. Este link ai também tem links para outros utilitários semelhantes.

Também encontrei 2 links legis da HP sobre isso, como este e também este.

Finalmente, relembrei do VisualGC da Sun, que permite conectar em processos Java e analisar várias coisas. E isso que nem falei do JConsole, nativo das JDKs.

Ironia
O mais irônico de tudo foi que não era o Jira que estava ratiando, mas sim meu browser. Usando o Google Chrome, entrei nas opções do usuário e selecionei "Clear cache". Tudo voltou a funcionar sem maiores delongas

Alta disponibilidade para nossos projetos

Embora meu colega J. seja o mais indicado para o assunto, ele está fora nesses dias e, então, eu preciso fazer alguma coisa. Estou falando dos nossos backups, ou melhor, da alta disponibilidade do nosso ambiente de desenvolvimento.

Sei que existem soluções interessantes para backup e, inclusive, representamos a Arkeia.

Todavia, backups não nos ajudam muito, pois o que precisamos realmente para continuidade de nossos projetos é um ambiente quasi espelhado.

Serviços e Necessidades
Em suma, nossas necessidades orbitam sobre disponbilidade quasi (gosto dessa palavra) ininterrupta do SVN, Confluence, Jira, Crowd, Postgres, Bamboo, Fisheye e Clover.

Recursos
Para fazer isso funcionar, a idéia básica é espelhar serviços e dados, em localização física distinta e com processos de sincronia mestre-detalhe em intervalos específicos, preferencialmente em momentos de baixo acesso e compatíveis com o melhor custo-benefício quanto à perda de dados (vide NOTA 1).

Implementação
Vamos lá. A caixa de ferramentas precisa ter:

  1. rsync: Para espelhar conteúdos do Confluence, Jira, Bamboo, Fisheye e Clover bem como instalações de ferramentas e configurações;
  2. ssh: Via chaves públicas e privadas, garante que o espelhamento seja seguro, criptografado e sem tráfego de senhas na rede;
  3. svntool: Nosso mini-projeto público que encarrega-se de, entre criar repositórios SVN e produzir relatórios automaticamente, disparar processos de espelhamento em ambientes Win32, Win64 e Unix;
  4. postgresql: Via seu próprio serviço de cópia master-detail, replica as bases das ferramentas acima;
  5. pyhton: Que vai ser usado pelo nosso svntool para processar a sincronização de repositórios SVN, excluindo transações em andamento;
  6. crontab: Velho e bom, responsável pelo o agendamento das tarefas, dispensa demais comentários.

Status
Estou montando a arquitetura da coisa, que deve ser aplicada também em um cliente nosso ainda este mes.

Mas não se preocupem meninos, que mesmo não estando pronta ainda, sim, nós temos backups


NOTA 1: Várias premissas estão envolvidas nisso, mas em suma, é melhor fazer um espelhamento ao meio dia do que ao final da tarde, isso porque (não trabalhando durante a noite/madrugada), reduzimos o intervalo de perda em ~50% pois, caso ocorra um sinistro às 17h por exemplo, já teremos um backup até a metade do dia. Se fizessemos o mirror somente às 18h, nesse caso, teríamos um dia inteiro de perda.

Labels: svntool, backup, rsync